Matrícula online
A secretaria gera um link, a família confere os dados e aceita os termos pelo celular, e o aluno só entra na chamada quando a escola confirma.
Órbita Edu
Direção, professor e aluno entram pela mesma porta e cada um vê o seu. Matrícula que a família resolve pelo celular, chamada em uma tela, portaria que registra a entrada em menos de um segundo, e um assistente com IA que não enxerga mais do que a pessoa que perguntou.

Quem marca é o professor, olhando a sala. Entrar na escola não é estar na aula, e preenchimento automático faria a catraca mentir sobre frequência, que é o dado que decide reprovação por falta. A portaria diz a que horas o aluno chegou; a chamada continua sendo de quem dá a aula.
Agendar demonstraçãoA secretaria gera um link, a família confere os dados e aceita os termos pelo celular, e o aluno só entra na chamada quando a escola confirma.
Presença, atraso e conteúdo da aula numa tela só, com prazo de registro e o mínimo legal de 75% aplicado num lugar só.
Nota em rascunho até a escola publicar, e avaliação sem lançamento que fica fora da média em vez de virar zero.
Entrada e saída registradas pelo rosto ou pela carteirinha, com horário, método e a lista de quem passou hoje.
Mural por turma ou para a escola inteira, com leitura registrada, e os dias letivos contados contra o mínimo de 200.
Pontos por presença e por evolução, não por nota alta, e desconto para a família que indica outra.

O Astro responde sobre a escola em linguagem comum: quantos alunos estão em risco, quem deve chamada, como anda a frequência da turma. Ele fica no canto da tela, para os três perfis.
A diferença está no que ele não vê. O modelo não consulta banco nenhum, recebe só os fatos do painel de quem perguntou. Um aluno pergunta a média da turma e a nota dos colegas não está no contexto: não porque pedimos que ele não conte, mas porque não está lá.
A conversa não é guardada. A escola escolhe o modelo, paga o próprio consumo e define um teto por dia e por mês, ao alcançar, o assistente para. Direção e secretaria sempre podem usar; professor e aluno são decisão da escola.
O caminho da matrícula, do primeiro contato até o nome aparecer na lista do professor.
Quem é o aluno e quem responde por ele?
Nome, responsável e turma. O sistema devolve o número de matrícula do ano e um link para a família.
Os dados estão certos?
O responsável abre o link, prova quem é com a data de nascimento do aluno, corrige o que mudou e aceita os termos. Sem criar conta e sem senha.
Quem decide que a matrícula vale?
Nada entra na chamada por conta própria: a matrícula segue pendente até alguém da secretaria confirmar. A ficha da família fica registrada como evento, com data e autor.
E agora, o que muda na sala?
Chamada, diário e boletim passam a contar com ele no mesmo instante, e a família pode autorizar a identificação na portaria quando quiser, por um link curto.
Gestão, professor e aluno entram pelo mesmo sistema e veem coisas diferentes. O aluno enxerga a própria nota publicada, nunca a do colega; o professor vê as turmas dele; a direção vê a escola. Quem esconde é o servidor, não a tela.
A portaria registra a passagem no portão e o professor continua sendo quem marca presença. Entrar na escola não é estar na aula, e frequência é o dado que decide reprovação por falta. O professor vê “entrou às 7h12” ao lado do nome, e decide.
A nota nasce em rascunho e só vira boletim quando o professor publica. Avaliação sem lançamento não vale zero: fica de fora da média e o aluno fica em “sem nota”, porque veredito sobre nota parcial é afirmação que o dado não sustenta.
O sistema atende várias instituições no mesmo lugar, e o isolamento não depende de alguém lembrar de filtrar: toda consulta nasce presa à escola da sessão, e um teste automático reprova o código que tentar sair disso.